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domingo, 3 de abril de 2011

Montanha Russa

"Não tenha medo
Não preste atenção
Não dê conselhos
Não peça permissão
É só você quem deve decidir o que fazer
Pra tentar ser feliz
"

(Teorema - Legião Urbana)



Eis-me aqui... Como sempre estive, só que mais confuso que nunca. Sim, esses últimos 4 meses foram os mais loucos da minha vida. Nunca antes eu vivi com tanta intensidade. Chega uma hora que agente cansa de ser o cara certinho, o orgulho da familia. Chega uma hora que agente passa desconsiderar a cobrança dos outros e acaba se cobrando sobre a própria felicidade. Foi então que eu cheguei, parei e pensei: O que eu fiz até hoje da minha vida? Será que eu fui feliz??? Feliz eu sei que eu fui, mas será que eu fui feliz do jeito que eu queria? Com a intensidade que eu queria? Não.. Justamente porque eu sempre me impotei com a opinião dos outros. Eu sempre quis ser um exemplo, mesmo que isso me custasse a privação de muitas coisas.

Só que uma hora agente cansa... A vida vai passando, sabe? O tempo não para, nunca parou, muito menos para me esperar decidir ser feliz. Eles vem chegando (os 20), já faltam menos de 2 meses, sabiam? E o que eu fiz nesses quase 20 anos? "Desses 20 anos, nenhum foi feito pra mim..." Justamente porque eu não me deixei viver do jeito que eu julgo ser o certo, ou o mais prazeroso.

Foi pensando nisso que eu decidi embarcar nessa Montanha Russa. Quase sem querer, mas sem deixar de ser minimamente calculado. Eu só precisava dizer sim. Parece tão fácil, né? Três letrinhas, uma sílaba... Mas é tão difíciu. Como é que pode agente ter que lutar com todos os nossos mostros só para conseguir pronunciar três letras, uma silaba? Mas eu consigo... Todos conseguem, porque eu não conseguiria?

E lá fui eu, por esses caminhos tortuosos, fui viver. Das loucuras divertidas até a vibe gay da depressão. Tudo junto, um verdadeiro tornado (como diria esse cara da minha espécie, rsrs). É o momento de beber até passar mal, de falar mal dos outros, de ferir o ego, de recuperá-lo...  Da curiosidade, de experimentar coisas novas, pessoas novas (sim, experimentar pessoas novas). Mas tem sempre aquele gosto que agrada mais, que fica na memória. Aquele beijo que encaixa, e que você quer repetir (o quanto antes). Aquelas palavras, aquele perfume... E aí toda aquela loucura perde um pouco do sentido...

E é assim mesmo que acontece. No meio daquela adrenalina, na situação mais inusitada, no local mais inóspito, você encontra aquela pessoa que te faz querer sair dalí. A pessoa que te faz perceber que para ter aquela adrenalina toda, não precisa de montanha russa nenhuma, basta estar ao seu lado. A montanha Russa é dispensável, apenas um acessório. E foi assim que eu decidí, se você me der a mão, eu saio da montanha russa, de bom grado... Eu não preciso de mais caminhos tortuosos (na verdade, eu já até cansei dessa brincadeira), eu só preciso de carinho, e um pouco de atenção... De uma frase bonitinha, de um arrepio na nuca, e isso eu sei que você pode me dar (você sabe me dar).

"Não vá embora
Fique um pouco mais
Ninguém sabe fazer
O que você me faz
É exagero
E pode até não ser
O que você consegue
Ninguém sabe fazer
"

(Teorema - Legião Urbana)




Nossa, esse texto ficou uma bagunça... hahaha... Assim como foram essas ultimas semanas da minha vida. Mas enfim, estou feliz de ter escrito hoje... Foi como se eu tirasse uma tonalada em pensamentos, expectativas, angústias... Mas enfim, o que tiver de ser será... vamos deixar a vida seguir seu curso normal, no ritmo que tem que ser!

Um abraço a todos vocês... Estava morrendo de saudades! Até o próximo!

domingo, 19 de dezembro de 2010

Sujeito Passional II: A primeira vez

Putz, amigos, desculpem encher o saco de vocês de novo. Eu mesmo já estou de saco cheio. Não vou culpa-los se não lerem esse post. Mas eu preciso escrever isso, preciso me libertar disso hoje, não aguento mais. Há poucos dias me aconteceu uma coisa que me ressucitou fantasmas que pra mim já tinham feito a passagem há muito tempo, mas estavam lá, só esperando o melhor momento de aparecer a acabar comigo. Hoje é o dia do exoscismo, eles vão sumir da minha vida de vez.



Meu Ídolo Freddie na cena da libertação (I want to break Free)

Bom gente, eu não vou ficar repetindo aqui as coisas do outro post. Vamos direto ao ponto específico do de hoje, sem os alongamentos de costume. Hoje eu vou falar de uma pessoa, um grande amigo, que sem saber acabou comigo por muito tempo, numa espécie de tortura. Eu já falei dele aqui no blog, o nome dele é Walmir (não vou preservar a identidade dele).

Wall foi um marco na minha vida, apareceu no momento que eu mais precisei dele, se não fosse ele, eu nem estaria aqui, escrevendo para vocês. Ele me ajudou fazendo com que eu revelasse não só para ele, mas para mim mesmo, que eu sou gay. Eu fiz o mesmo por ele. Se seríamos felizes? Nós não sabíamos, tínhmos 16 anos. Mas o fato é que não precisariamos mais carregar o peso sozinhos. E esse foi o estopim para a cascata de acontecimentos que me levaram a me tornar um sujeito bem resolvido com a minha sexualidade. Só que eu e Wall, não éramos apenas grandes amigos, ou confidentes. A sexualidade não foi a única coisa que Wall fez por mim. Ele foi o primeiro cara com quem eu fiz sexo.

Foi uma coisa quase que natural, e imagino que aconteça com muita gente. Ele era meu amigo, dormia várias vezes lá em casa. Em uma dessas vezes, nós decidimos experimentar, e acabou acontecendo. E aconteceram outras vezes (não me lembro mais quantas). No início foi estranho, nós éramos amigos, era normal rolar um sentimento estranho. Ele era muito frio e mecânico, e eu me sentia desconfortável. Tinhamos vergonha um do outro ainda. Nós não nos beijávamos, só faziamos sexo. A medida que as coisas começaram evoluir, nós ganhamos mais intimidade nesse aspecto. Até que um dia, ele decidiu me beijar, me acariciar, e fez o sexo com mais sentimento e sensiblidade. Verdade gente, até aquele momento, nossa relação não tinha mudado em nada, e o sexo que fazíamos era quase uma masturbação de tão mecanico e casual que era. Só que dessa vez foi diferente, ele me deu atenção, e eu estava muito carente. Na minha cabeça, a amizade que eu sentia por ele começou a se transformar em amor, eu eu fiquei ligado nele.

Tentei falar com ele, mais de uma vez, mas ele não me deu importancia, ele não sabia lidar com isso, e ele ainda era só o meu amigo, não sentia mais nada por mim. Foi então que eu comecei a reprimir o que eu sentia, com medo de estragar uma amizade tão importante. O tempo passou, sim, mas eu ainda pensava que era com ele que deveria ficar. Ficava indignado com a forma que ele era tratado pelos pais, queria poder fugir com ele, para morarmos juntos e enfrentarmos o mundo só nós dois. Eu acreditava que uma relação entre nós pudesse dar certo, e fui sustentando esse sentimento, no stand by, tentando esconder o fato de mim mesmo. Cheguei ao ridículo de sentir ciúme dos professores de inglês, que ele adorava dar em cima, e dos caras que ele dizia que queria pegar.

O Wall nunca foi um cara de convivencia fácil. Se você não gostasse dele de cara, você não ia gostar dele nunca mais. Ele é um tipo meio franco, que tenta ser engraçadinho. E com isso, ele acabava me dizendo coisas que eu não gostava de ouvir. Ele me colocava pra baixo, me comparava com pessoas... Isso me magoava, porque eu já gostava dele, me atingia o ego, e derrubava a minha auto-estima. Eu sei que não era intenção dele, sei que queria tirar sarro da nossa situação, mas ainda assim eu me sentia magoado. Isso foi me deixando triste, deprimido, e isso se arrastou durante um bom tempo. Até que Wall começou a me falar do Marcelo (pseudônimo), um rapaz casado (com mulher), bonito, corpo perfeito e esbelto... Ele tava apaixonado pelo Marcelo, e o Marcelo dava corda a ele (nem preciso dizer o que eles faziam, né?). Bem, eu senti um ciúme danado no início, acabei transferindo o ciúme para um comportamento mais ríspido com o Wall, que ele ignorou. O que mais me deixou triste foi o fato de Wall ter feito coisas por Marcelo que ele nunca faria por mim. O que vocês acham que eu fiz? Sentei e chorei? Não. Eu estava começando a utilizar o blog na época, e com o blog veio o amor próprio. Eu já estava cansado de ser uma figura secundária na minha própria vida. Decidi olhar pra mim mesmo e enchergar um homem bonito, sensível, e merecedor de outro homem a sua altura.

Aquelas atitudes, as comparações, as atitudes dele com o Marcelo, e o meu amor próprio fizeram com que esta coisa que eu entendia como sendo amor e sentia pelo Wall fosse se desfazendo, até ficar apenas a velha amizade que eu sentia por ele ainda na época em que "não eramos" gays, já um tanto abalada pelo fio de mágoa que eu senti (eu sou ser humano, eu me magoo sim, não tenho culpa, mas eu sempre supero isso). Os acontecimentos narrados no ultimo post foram o ponto final da história, quando eu vi que posso sentir algo diferente por uma pessoa que não era ele. Eu meio que me distanciei do Wall, quase que naturalmente, ao longo desse ano, e só agora ele percebeu e sentiu minha falta. Sentiu ciumes de vocês, dos meus amigos não virtuais, alegou a eles e a vocês esse nosso afastasmento. Fez até um poema sobre isso (ele escreve poesia quando está com os sentimentos a flor da pele, foi o primeiro poema que ele fez pra mim e me mostrou). Eu não gostei disso, me senti ofendido... É como se ele tivesse colocando a culpa de tudo nos meus outros amigos.

Ninguém tem culpa nessa estória, ou ambos temos: ele devia ter me dado mais atenção e me ajudado a eliminar esse sentimento maluco que eu criei por ele, já eu não devia ter me envolvido. Mas meus amigos não tem nada a ver com isso. Eu disse tudo isso a ele, como eu me senti durante esse tempo, e ele ficou transtornado. Acho que foi demais pra ele saber isso tudo, até meio egoísta da minha parte. Mas pra mim, somente pra mim, foi bom demais. Coloquei os pingos nos is, arrumei meu coração, e ele está limpinho e... vazio. A carencia agora vem como um leão pronta para me devorar, e eu estou pronto para procurar um amor de verdade, ou mesmo para me divertir, seja lá o que for... Acho que amadureci com tudo isso, estou ficando menos passional, sem deixar de ser sensível, porque a sensibilidade é uma virtude, e eu gosto de ser sensível.

Deixar de ser amigo dele nunca, ele é um dos amigos mais importantes dessa vida. Agora eu só quero que a nossa amizade tome o viço de antes. A carencia? Eu resolvo isso em breve, e não vai ser com o Rei, kkkk. Desisti do rapaz, nada como uns comentários coerentes e amigos para me fazerem desencanar rsrsrs. Espero que não faltem pretendentes agora, já que tem bastante espaço sobrando.

Bem gente, disculpem mais um post novela mexicana/ malhação gay. No próximo eu vou tentar colocar algo mais animado, ou mais agressivo (dessa vez é sério). Os que tiveram paciancia de ler, obrigado, cometem... hahah. Os que não tiveram, ahh, os que não leram nem isso vão ler, então deixa quieto... kkkkk

Beijos e Abraços Renovados... Até o Próximo!!!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Sujeito Passional

"Sou um animal sentimental, me apego facilmente ao que desperta o meu desejo" (Sereníssima, Legião Urbana)



Eu sou do signo de Touro. Eu não entendo muito de astrologia, mas eu sei de três coisas sobre o meu signo: primeiro, quem é de Touro nasce entre Abril e Maio (se eu não soubesse, não saberia que eu era de Touro, kkk); segundo, a pedra que simboliza o sígno é o quartzo rosa (adoooro, cintilante até a morte, kkkk); e terceiro, os indivíduos de Touro são conhecidos por serem extremamente passionais. Todos sabem aquí que eu sou ateu assumido (o que mais na vida eu tenho que assumir?? kkk), não sou tão cético quanto a maioria dos ateus, mas é natural que eu seja um tantinho cético sim: não acredito em astrologia, mas gosto de reparar nas coincidencias com a vida real.

O objetivo desse blablabla todo é me justificar, com base na astrologia: Sou um cara muito passional. Eu já disse aquí, meu ego é meu ponto fraco. Quer destruir meu dia? Fale mal de mim na minha cara, ou pior, me faça elogios, faça com que eu me envolva totalmente, e depois me largue sem dar explicações. Pois é gente, acho que não escolhemos esse caminho (daí apelei para o meu signo). Não acho que isso seja uma vantagem, pelo contrário, acho isso uma merda. O meu último pseudorrelacionamento me deixou balançado por quase 1 ano, ele mexeu comigo usando o meu ego, e eu me apeguei muito a ele, depois ele sumiu e não deu mais notícias, fiquei mal no início, depois minha auto-estima foi meio que derrubada, e só há pouco tempo comecei a me olhar com mais entusiasmo (excluí o puto rapaz do msn, orkut, ou seja mais lá que outra rede social), sentia profunda raiva quando um amigo ou outro perguntava "E o Fulano? Não deu mais as caras?"

Eu me entrego muito facilmente, mergulho fundo, me apego mesmo. E as pessoas percebem isso fácil, apesar de eu ser muito reservado pessoalmente, e acabam me magoando fácil também. Outro ponto fraco meu é o sexo, eu não consigo separar as coisas, sabe? Se eu estou disposto a fazer sexo com um homem, é porque ele já me conquistou um pouquinho, e acaba me fazendo ficar ainda mais de quatro (as vezes literalmente, kkkk) quando o sexo é bom. Por esse motivo principalmente, além de outros, eu não faço sexo com qualquer um... Só com aqueles por quem eu to muito interessado, ou seja, que me levam na conversa.

Bom gente, eu sei que estou enchendo o saco de vocês com esse papinho de bicha malcomida gay carente, mas eu preciso desabafar, entendem?? Vamos lá então: há umas três semanas bateu aquela carencia sazonal (eu tenho carencia sazonal), e então, eu decidi entrar no bate-papo (tá, em 90% dos casos eu não conheço ninguém interessante nesses bate-papos, mas eu me divirto muito com as figuras que circulam por lá). Entre uma conversa e outra, eu conheci um rapaz, o Rei (vou chama-lo por um pseudônimo, para preservar sua identidade). Cara fofinho, do jeitinho que eu gosto, lindinho, gordinho, inteligente, culto, mora "perto", e faz faculdade (futuro promissor). Gostei dele, pensei várias vezes que ele fosse um fake (ele era muito dentro dos meus "padrões" de qualidade), mas não deixei de me comunicar com ele, adicionei no msn, no orkut... Até que surgiu a proposta: "Eu moro sozinho, vem aqui na minha casa pra que agente possa se conhecer pessoalmente". É claro, o Rei nem tinha segundas intenções, né? hehe. Mas eu fiquei empolgado e excitado com a proposta, que acabei aceitando. Claro, eu não sou burro, passaram muitas coisas pela minha cabeça (será que ele é um maníaco? será que ele vai me dar bolo? será que ele não é o cara da foto?), cheguei a hesitar, mas a minha excitação e curiosidade eram tamanhas que eu acabei indo ao encontro do bofe, na casa dele.

Aí é que coisa complica. Lá fui eu, mal trocamos uma ideia e ele já tinha pulado no meu espcoço e começado a me beijar. Só o fato de ele querer me beijar já foi suficiente para eu começar a me derreter, a me envolver (ai, como eu sou burro). Não demorou muito e comecaram as carícias mais ousadas, e pouco a pouco nós fomos nos conhecendo, detalhe por detalhe, e eu cada vez mais fascinado com o corpo, com as palavras, com as atitudes. Foi lindo, só o que eu digo, foi lindo, excitante, marcou na memória. E ele sempre massageando meu ego, como se já soubesse. Tudo bem, a hora correu e eu precisava voltar pra casa antes que minha mãe começasse a me ligar, marcamos de nos encontrarmos no dia seguinte (ontem), na Outside Party, uma festa LGBT que ocorre no Circo Voador (Lapa - RJ).


 
Tudo bem, fui pra casa, feliz da vida, cheio de esperança: "Alguém gosta de mim", "Alguém sente tesão por mim", "Eu quero ele, eu quero esse garoto". Já estava quase ouvindo os passarinhos cantando. Mas enfim, o dia da festa chegou, e eu na pilha para ver o gatinho de novo. Liguei pra ele, e ele nada. Quando já era quase a hora de me arrumar, ele me liga, avisando que não ia mais, porque estava muito cansado, mas que era pra eu ir, e aproveitar a festa por ele. Eu: "Poxa, que pena... Eu não vou deixar mesmo de ir na Outside por causa dele, mas queria muito que ele fosse". Tá, eu fui, e foi muito bom, nos divertimos muito, eu e o Gui, que me acompanhou a apavorou (isso você perguntam pra ele, kkkk). Voltei pra casa depois da longa e divertida noite, fui dormir e acordei já indo direto pro PC para ver se encontrava o Rei on-line. Ele estava lá, e fomos conversando, até que eu o chamei para ir ao cinema:

Rei: "Não posso, lindo. Volto para minha cidade natal para omemorar as festas ainda essa semana"
Eu: "Então eu só vou te ver de novo depois do ano novo?"
Rei: "Na verdade, nós não nos veremos por um bom tempo. Depois das festas eu viajo, vou passar as férias fora do estado e só volto no início de março"

Eu?? Fiquei destruido. Como eu sempre tenho uma visão pessimista das coisas, eu já imaginei que ele tava me dando um perdido. E estou com esse pensamento constante. Mesmo que não seja, será que ele vai ficar até março sem conhecer ninguém interessante? Será que eu vou consiguir esquecer ele até que ele volte em março? E se eu gostar de outra cara nesse meio tempo, será que ele vai mecher comigo quando voltar? Eu queria muito que o cara fosse ele, mas tenho medo de sofrer ainda mais. Nós seremos amigos, pelo menos amigos de internet, mas eu vou pensar nele por um bom tempo, afinal de contas, não é todo dia que agente acha exatamente aquilo que agente procura. Tenho esperanças? Ela é a ultima que morre, e eu ainda quero tentar algo mais sólido com o Rei. Mas eu não vou ficar três meses suspirando por ele, vou tentar abstrair, conhecer gente nova, e tentar esquecar daquela tarde inesquecível de quinta feira (9/12).

Eu sou burro, vocês podem até pensar. Mas não fui eu que escolhi ser assim. Eu sou e pronto, daria tudo para não ser tão passional, amar fácil e sofrer mais fácil ainda. Só espero poder superar essa fossa logo, seja lá de que jeito.

"And I guess that's why they call it the blues
Time on my hands could be time spent with you
Laughing like children, living like lovers
Rolling like thunder under the covers
And I guess that's why they call it the blues"
(I guess that's why they call it the blues - Elton John)

Desculpem por encher mais ainda o saco de vocês com isso. Prometo fazer posts mais animados daqui pra frente
Abraços e e beijos apaixonados a todos... Até o próximo post!