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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Semana Offline

Interrompo nossa programação habitual para pedir desculpas aos meus amigos leitores que sempre estão aqui me acompanhando com muito carinho. Pedir desculpas por não os ter visitado, coisa que eu só poderei fazer de novo a partir de Sábado. Fato é que minha semana está bastante atarefada, a mais atarefada de todas as minhas férias. Não tá sobrando temp pra mais nada... Por isso, estou postando aqui, com a promessa de que a partir de Sábado voltarei a visitá-los com a frequencia de antes (pelo menos até março, kkkk)...

Um beijo a todos!!! Até o próximo...

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Pedaços de Sonhos

"Quando me vi tendo de viver comigo apenas e com o mundo, você me veio como um sonho bom. E me assustei, não sou perfeito..." (Teatro dos Vampiros - Legião Urbana)

Quando eu era bem pequeno (por volta de uns 5 anos de idade), eu vivia dentro das histórias. Adorava uma boa história, principalmente aquelas que envolviam castelos, princesas, príncipes em cavalos brancos. Odiava histórias de aventura sem nexo, de violência por nada. Sim, eu era pequeno mas tinha sensibilidade para isso. Naquela é poca eu já adorava o mar, nadava como um peixe, nunca tive medo de água. Quando íamos a praia, eu queria criar barbatanas e ir embora mar adentro, como um peixe, ou uma sereia... A pequena sereia... Não, eu não queria ter longos cabelos vermelhos, eu só queria fazer parte daquele mundo que me parecia tão rico e encantador.




Aos 8 ou 9 anos, eu e minha família morávamos em um condomínio grande, com mais de 10 blocos. Ao lado do condomínio, havia uma padaria, onde havia uma programação de videokê de palco toda sexta-feira há noite. Eu sempre ia com os meus pais, adorava ver as pessoas cantarem ou pagar mico. Até que um dia eu mesmo cheguei e pedi para cantar. Cantei "Catedral" (Zélia duncan). Para vocês verem que eu já tinha bom gosto pra música àquela época. E eu tinha uma voz muito bonita, eu era afinado, levava jeito pra coisa. Ver as pessoas me aplaudindo, mas por eu ser uma criança do que por algum talento, me deixava radiante. Tanto que dalí em diante, meu plano era me tornar cantor. Se alguém chegasse para mim, àquela época, e me perguntasse o que eu gostaria de ser quando crecesse, eu respoderia "Quero ser cantor". Estava tão convicto que pedi por várias vezes para meus pais me colocarem em uma aula de canto, mas eles nunca me deram ouvidos com relação a isso. O tempo passou, minha cabeça foi mudando, minha voz foi mudando, a timidez se tornando característica marcante na minha personalidade... De modo que, se existe algum talento de fato, ele está muito bem escondido pela timidez e falta de treino... rsrsrs

Início da puberdade, questões sérias vindo a tona. Essa fase é muito complicada, envolve transformações no corpo, na cabeça... Contato com novas formas de ver o mundo, novas ideologias. Tudo que fizesse todo sentido do mundo me parecia convidativo. Foi então que um professor de História (sempre são os professores de história, rsrs), com aquele discurso eloquente que só ele tinha, fez com que eu me apaixonasse pela ideologia do Socialismo Científico. Era incrível como aqueles ideais faziam sentido pra mim. Chegou a virar uma característica minha... E com o passar do tempo, só foi piorando. A medida que o tempo passava, e eu lia mais sobre o assunto, mais eu refletia, debatia, corrigia, moldava... De modo a se tornar algo que funcionava de maneira muito lógica na minha cabeça. Eu criei o meu próprio socialismo científico, e acreditava que um dia eu poderia convencer as pessoas de que minhas ideias eram boas e eu poderia assim mudar o mundo. Pena que agente cresce, e chega uma hora em os pés alcançam o chão.

O meio da adolescência, lá pelos 15 ou 16 anos. Minha cabeça já estava pra lá de confusa. No auge da paixão pela minha ideologia, eu começava a acordar para a realidade. Não que eu tenha desistido dessas ideias, elas estão aqui até hoje, mesmo que escondidas de alguma forma. Mas eu começava a sentir a cobrança das pessoas, em todos os campos: profissional, sentimental... O que eu, de fato, queria ser quando fosse a hora de escolher? Essa era uma preocupação que me atormentava demais. Eu queria entender o Universo, queria ajudar as pessoas, queria ganhar dinheiro. Nessas idas e vindas eu acabei me encantando com a carreira oferecida pelo IME (Instituto Militar de Engenharia). Lá eu usaria uma farda bonita, faria exercícios, emagreceria, ficaria forte, estudaria coisas interessantes, ganharia dinheiro (pelo menos o suficiente para conquistar minha independência). Ignorava quando me diziam que aquela prova era realmente difíciu, que eu tinha que me preparar muito... Fui com a cara e a coragem prestar um concurso que durava 5 dias, uma verdadeira tortura psicológica. A prova era tão surreal, que eu me preocupei em olhar mais para o Pão de Açúcar (a sala em que eu prestei o concurso ficava e frente para o famoso cartão postal) do que para aquelas questões que pareciam escritas em um dialeto oriental para o meu cérebro. Resultado: Compareci apenas nos dois primeiros dias de prova, e abortei de uma vez por todas o "sonho" de me tornar engenheiro militar.



fonte: http://www.waldimir.longo.nom.br/imagens/fotos/ime_2.jpg


Esses são os meus planos impossíveis, minhas frustações mais íntimas e pessoais. Meus sonhos, que eu posso chamar de incoerentes, para não dizer absurdos em determinadas situações. Mas, como eu disse, são sonhos, e sonhos podem se dar ao luxo de serem absurdos, ou incoerentes. Vez ou outra eles voltam a ocupar meus pensamentos, seja para me divertir, ou para me trazer nostalgia, arrependimento. Apesar disso, não os esqueceria jamais. São eles os responsáveis pelo que sou hoje, ou melhor, é a não realização deles que me construiram, e eu estou satisfeito com o que sou hoje, apesar dos pesares. Se os caminhos que eu escolhi não foram os que me fariam uma pessoa mais feliz, eu nunca saberei. Só me resta reconstruir o que jamais foi ou será construido, dentro da minha cabeça. Imaginar possibilidades, e continuar sonhando sonhos impossíveis, absurdos e incoerentes, sem ter medo do futuro, porque a felicidade não depende da realização dos seus sonhos.

Não sei o que deu em mim, acho que foi uma onda de nostalgia. Vez ou outra isso acontece comigo... rsrsrs

Um beijo enorme, minha gente... Até o próximo

domingo, 23 de janeiro de 2011

Ninguém Vai me Dizer o Que Sentir

"Vivo feliz, tenho amor
Eu tenho desejo e um coração
Tenho coragem e sei quem eu sou
Eu tenho um segredo e uma oração"
(Soul Parsifal - Legião Urbana)

Não sei porque demorei tanto para falar sobre isso aqui. Se eu não postasse hoje, não postaria nunca mais... kkkkk, afinal, já faz mais de 20 dias que isso aconteceu. Mas enfim, estou dividindo isso com vocês porque foi uma situação muito incomum, para não dizer inusitada. Culpa minha? Sim, culpa minha, mas não só minha, dos outros envolvidos também. Foi algo quase que proposital da minha parte. Vou explicar melhor.

Dia 31 de dezembro, véspera de ano novo. O Gui e o Bruno me chamaram para passar o Reveillon em Copacabana com eles. Eu não fui. Se fosse, minha mãe teria ficado aqui sozinha na virada, já que meu pai não passa das 23h acordado. Eu também estava muito desanimado naquele dia, sabe aquele desânimo que aparece sem explicação? Era eu naquele dia... Sem saco nenhum para festas ou badalações.

Minha irmã tinha me presenteado com uma garrafa de vinho verde no Natal (kkk, só minha irmã para inventar presentes assim). Eu adoro vinho verde, ainda mais em pleno verão, com o calorão que fazia aquele dia. Começamos a beber, eu e minha mãe. Meu pai preferiu ficar na cerveja, claro que acabei bebendo com ele também depois... Eu não sou de ficar bêbado com facilidade. Dificilmente passo mal por causa de bebida. Mas uma coisa é certa: minha personalidade muda bastante quando eu estou sob efeito do álcool.
Quem me conhece pessoalmente sabe que eu sou um rapaz bastante calado e tímido reservado. Meço muito as minhas palavras, principalmente em conversas formais. Quando bebo, a coisa muda. Eu me liberto dessa muralha de timidez e acabo criando coragem para falar ou fazer tudo aquilo que não passava na triagem vocabular do meu eu sóbrio. Eu me exponho, muito até, para o meu gosto. O fato é que uma garrafa de vinho verde e mais umas 4 latinhas de cerveja foram suficientes para me fazer sentir vontade de gritar para qualquer um que passasse na rua: EU SOU GAY!

É claro, essa quantidade pequena de bebida jamais seria suficiente para me fazer consumar o ato, de fato. Eu sei o limite da minha exposição, e não há vodka, ou tequila ou absinto que me faça utrapassar esse limite. Mas isso era uma coisa que tava me sufocando. Porque eu sentia que, mesmo já sendo assumido, mesmo as pessoas certas já sabendo, minha personalidade não deixava que isso ficasse claro. Não que isso fosse uma obrigação minha, claro que não.

Sexualidade é algo particular, e não interessa a mais ninguém, a não ser a pessoa e aos seus devidos(as) parceiros(as). O problema é que eu não me sentia bem limitando a minha imagem, não me sentia bem em fazer as pessoas criarem uma imagem de mim completamente divergente daquilo que eu realmente sou. Como eu poderia defender a postura de que "aquele que se assume para o mundo estará contribuindo para que o mundo nos veja com mais naturalidade" se eu mesmo não adotava essa postura. Como eu poderia continuar sendo o nerd solteirão para pessoas que conviviam comigo desde que eu era um bebê, como meus parentes e amigos da família?
Todas essas coisas vieram a tona naquele momento de quase embriaguês. "Eu não tenho obrigação de contar a ninguém" (eu pensava). Mas e eu? Eu queria mesmo continuar sendo visto como o ser assexuado da família? Quase um bibelô, de tão frágil. Quase um objeto, de tão imperceptível. O ser covarde que prefere que façam especulações a seu respeito pelas costas do que enfrentar a verdade de frente sem se importar com as consequências. Não, eu não sou isso, eu não quero isso. Eu sou homem, não posso ter medo de mim mesmo, muito menos dos outros.

Foi então que eu resolvi usar uma ferramenta que já havia usado antes, as redes sociais. Fui ao twitter e, sem me preocupar, me expus. Propositalmente, mas quase que irracionalmente. Quem lê isso que eu estou escrevendo agora pode até imaginar que foi algo friamente planejado, mas não foi. Foi um impulso. Sem o álcool, eu não o faria. Ficaria apenas com essas dúvidas presas na minha cabeça. E carregaria essa imagem que tinha e tanto desprezava por mais um longo tempo


Clique para ver em tamanho ampliado

O twitter tem um alcance rápido e infalível. Tanto que não demorou nem 24h para receber a primeira confirmação de que meus twitts tinham surtido um efeito maior até do que eu havia dimensionado. Um primo viu, contou para outros dois, os três foram contar para uma tia, que contou para outra, e assim a notícia se espalhou. Eu evitei o transtorno de fazer isso um a um, cara a cara, de maneira muitas veses verbalmente agressiva. Alguns podem achar que isso não teve significado nenhum, importancia nenhuma, mas teve um efeito maior até do que eu imaginava sobre mim mesmo. Eu senti o verdadeiro sabor da liberdade. Sim, dali em diante eu não precisaria mais passar pelo constragimento de alguém falar de mim ou caluniar pelas minhas costas, nem sujeitar minha mãe ou meu pai a isso.

Antes que a notícia atingisse um alcance ainda maior, eu resolvi contar ao meu Pai. Acho que a ele eu devia a oportunidade de saber disso pela minha própria boca. Ele reagiu da maneira que eu esperava, acho ate que ficou feliz com a notícia, também não sei, acho mesmo é que ele ignorou. Para o meu pai, essa é uma coisa tão natural que dizer "Pai, sou Gay" soa tão importante quanto "Pai, comprei o pão". Nunca esperei reação adversa da parte dele, só não contava porque não queria contar, nem queria que ele mesmo contasse a outras pessoas. Quantos aos outros da família, as reações variaram de "Te amo mais ainda porque você se assumiu" a "Estamos te apoiando em qualquer circunstância". Tiveram os indiferentes, é claro, mas quem se importa? Mesmo que eles se incomodem, isso é problema deles, não meu. Não estou nem aí para o que os outros pensam, seja de forma positiva ou negativa. O que importa é o que eu sinto, e isso ninguém vai mudar... "Quem manda nos meus sentimentos sou eu, e não os outros..."

"Tenho jasmim, tenho hortelã
Eu tenho um anjo, eu tenho uma irmã
Com a saudade teci uma prece
E preparei erva-cidreira no café da manhã

Ninguém vai me dizer o que sentir
Eu, eu vou cantar uma canção pra mim
"
(Soul Parsifal - Legião Urbana)

Segue a música tema do post. Não costumo postar músicas aqui, mas essa é tão bonita, diz tanta coisa, e se encaixa tanto no que eu estou sentindo agora, que resolvi coloca-la aqui, para que vocês não fiquem só nas citações também (caso algum de vocês nunca a tenha ouvido).




Bom gente, isso é tudo... Acho até que me alonguei demais nesse post. rsrsrs

Um grande Beijo a todos... Até o próximo!

sábado, 22 de janeiro de 2011

Mais Um Selo...




Oi gaylerinha... Passeando pelos blogs amigos, descobri que o recente, mas não menos importante, amigo Rô Fers me homenageou com esse selo. Selo muito bem aceito e já publicado agora, Rô... Obrigado pelo reconhecimento :D

Eis as regras do dito cujo (o selo):

1. Repassar o selo a 15 blogs e avisar.
2. Responder as perguntas:

Nome: Júlio César Vanelis (Pq eu sou chique e tenho sobrenome italiano, kkkkkk)

Uma música: Eu era um Lobisomem Juvenil - Legião Urbana

Humor: Felicidade contida, aparentemente depressivo (kkk)

Uma cor: Vermelho (Viva la Revolution)

Uma estação: Outono

Como prefere viajar: Bem Acompanhado (Ui)

Um seriado: Kyle XY (o que foi?? Sci Fi também é legal, tá? kkkk)

Frase e/ou palavra mais dita por você"Putz, Fala sério!"

O que achou do selo: Uma honra, é sempre legal receber um selo... xD

Agora vamos aos 15 blogs indicados:

3 - http://staywilde.blogspot.com/
4 - http://1poucomaisdmim.blogspot.com/  (esse é novo no nosso meio, vale a pena conferir)
5 - http://oqueaconteceriacomigo.blogspot.com/
6 - http://assuntosdenina.blogspot.com/
9 - http://bsvox.blogspot.com/
10 - http://inconstanteblog.wordpress.com/
11 - http://lostcausediario.blogspot.com/
12 - http://justoedigno.blogspot.com/
13 - http://nemfroid.blogspot.com/
14 - http://pampublikong.blogspot.com/
15 - http://braga-daniel.blogspot.com/

É isso aí então, gente... Selo postado, e eu aqui feliz da vida pelo reconhecimento...
Estou morrendo de preguiça de notificar os indicados em seus respecitvos blogs... hahaha. Vou deixá-los aqui. Pra mim, em um selo, o que vale é a indicação, as intenções... E no caso desse selo, eu estou recomendando vocês porque vos leio e acho realmente recomendadíssimos. Se não publicarem por não gostarem de postar selos, ou porque não viram essa indicação aqui, no problem, vocês já estão remcomendadíssimos aqui...

Um grande Abraço o todos, Até o próximo post

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Amenidades e Outras Coisas

"Estive cansado. Meu orgulho me deixou cansado. Meu egoísmo me deixou cansado. Minha vaidade me deixou cansado" (Soul Parsifal - Legião Urbana)

Olá amigos. Hoje o post não tem tema. Apenas senti falta de vocês, e resolvi escrever. Escrever amenindades, coisas do cotidiano, besteiras e etc. Nem sei se vou colorir o post, caso este texto esteja colorido, é porque no final eu me arrependi e não quis editar o texto.

Bem, o fato é que estou cansado, tanto física, como emocional ou psicologicamente. Isso chega a ser contraditório, visto que estou de férias, teoricamente sem mais nada de útil para fazer a não ser estar aqui com vocês. Só que as coisas estão acontecendo por aqui, e estão passando num rítmo que eu desconheço. São muitas emoções, acontecimentos... Preciso de um tempo para fazer a triagem e mostrar tudo para vocês, e vocês darem os seus palpites que eu tanto gosto.

Uma coisa que aconteceu foi a mudança. Acabo de me mudar, meio que repentinamente. Foi uma mudança mal planejada, rápida. Mas que foi melhor para todos, principalmente para mim. Estou de volta ao Bairro em que nasci. Não é o melhor bairro da cidade, mas muitos de meus amigos estão aqui, meu velho quarto está aqui, minha privacidade está aqui. Estou feliz e satisfeito e... cansado. Gente, fazer mudança é mega cansativo, carregar geladeira, cama, fogão, máquina de lavar, computador, televisão... Nossa, minha coluna que o diga. Gastei muito do meu suor e do meu ATP nesses ultimos dois dias de mudança e arrumação.

Tem também as questões de familia, e como eles estão lidando com o novo (ou velho mas escondido) Júlio. Agora eu sou gay, antes eles não sabiam. Estou feliz por eles saberem e me apoiarem. Mas agora o meu trabalho é redobrado. Tem muitas coisas que minha mãe e irmã não sabem ainda sobre mim, e sobre nós. Quero fazer delas pessoas melhores do que elas já são, mais tolerantes, mais visionárias. Esse é um desafio que estou disposto a levar até o limite do possível. Quanto ao Pai, e aos apêndices (vô, vó, tios, tias, primos, enfim, vocês entenderam), já está tudo resolvido. Aliás, isso é assunto para um post futuro que já está na gaveta (armário não, essa é uma palavra que eu eliminei para sempre da minha vida no dia 31/12/2010).

Falando em novos posts, tenho alguns posts novinhos quase prontos. Estou doido para postar, mas tenho que deixa-los a alturas dos meus atenciosos leitores. Breve eles estrão aqui, espero que antes do fim de janeiro. Assuntos? Um não tem nada a ver com o outro, mas eu acho que vai agradar. Na verdade, eu nem estava tão preocupado em postar antes. Esse e os próximos eu faço porque vos leio, e porque quero que me conheçam, pelo menos parte de mim, o que eu posso mostrar, o que ele (o cérebro) me deixa mostrar. Afinal, um dos melhores passa-tempos que tenho hoje é estar ao lado de todos vocês. Por isso sou mais comentarista de blog do que escritor de blog. Por isso não posto com a mesma frequencia de muitos de vocês. Aliás, a cada dia que passa, eu descubro mais blogs, e o tempo já está ficando curto para acompanhar todos com a assiduidade de antes. Isso me deixa triste, queria ter um vira-tempo igual o da Hermione só para poder ler todos os posts de todos os blogs da minha listinha aqui, agora do lado esquerdo.

Tem um outro assunto importante a ser postado aqui. Vocês já sabem qual é, porque a maldita o Gui fez questão de fofocar adiantar a vocês . Não vou falar disso agora, digo, da minha visão do que houve, do que eu senti quando houve, ainda é cedo para dizer tudo isso aqui. Preciso de um tempo para absorver o que aconteceu, falar com ele sobre isso... Mas podem ter certeza de que, na hora certa, vai ter um post aqui para ele, afinal de contas, ele é um fofo e merece, não concordam? xD

Enfim gente... Adoro vocês, sabiam? Prometo comentar mais nos próximos dias, hoje ainda talvez, quando eu acordar, lá pelas 15:30h da tarde (kkkkk).

Um beijaço... Até o próximo post

PS: Eu chamei o Gui de maldita assim riscado mas eu adoro o meu amigo, não é maldita não, é bem informado (devia mudar o nome do blog dele para Gossip Gay, mas deixa pra lá, kkkk)

PS2: Adorei conhecer o Daniel e o Rafa no encontro dos blogayros ocorrido aqui no Rio. Uma pena muitos não terem ido, espero poder conhecer mais blogayros nos próximos encontros...